"E com uma letra bem pequena, lá estava escrito no seu epitáfio: Tentou ser, não consegui; tentou ter, não possuiu; tentou continuar, não prosseguiu; e nessa vida de expectativas frustradas tentou até amar… Pois bem, não consegui, e aqui está.
"Quem inventou essa coisa de autoestima? Por que, a cada encontro pré-amoroso, somos obrigados a exacerbar nossa criatividade a fim de nos safarmos? É tão errado assim simular a morte de uma tia, ir embora e simplesmente nunca mais ligar? O desgraçado que definiu a sinceridade com um valor moral da família nobre dos valores morais certamente não sabia de que bosta estava falando. Se eu fosse essa pessoa idônea que as revistas de comportamento pregam que eu seja, haveria aqui, no meio desse bar, uma chacina de autoconfiança: “desculpa, eu tenho que voltar pra casa, não deu certo, seu nariz é demais pra mim, mas tenho certeza que um dia alguém vai amá-la nariguda do jeito que você é”. É assim que a coisa deve funcionar? Não. É certo? Não sei. Às vezes o certo parece errado e o errado parece certo, isso nunca lhe aconteceu antes?
"Mas você me conhece, não gosto de me justificar e dar explicações. Por isso que, quando eu erro, eu erro feio.
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Gabito Nunes. (via
regou)
"Fé é a única coisa mais forte que o medo.
"Garoto, se você gosta dela, se ela te faz feliz e você sente como se já a conhecesse, não a deixe partir.